Loja "Independência", nº 22 realiza Grande Encontro das Samaritanas

"Cumplicidade Social entre as Mulheres" foi o tema do Encontro.

Tendo por objetivo principal o fortalecimento e parceria entres as Samaritanas das Lojas jurisdicionadas à Grande Loja Maçônica do Estado do Maranhão, foi realizado no dia 15 de março de 2016, no Salão de Eventos da GLEMA, um Grande Encontro das Samaritanas,  promovido Augusta e Respeitável Loja Simbólica “Independência”, nº 22, coordenado pela cunhada Sandra Sousa, onde foi realizadas palestra e dinâmica de grupo, sendo o tema: CUMPLICIDADE SOCIAL ENTRE AS MULHERES.

Participaram do evento diversas cunhadas pertencentes às Lojas Maçônicas “Lauro Sodré”, nº 03, “Deus, Justiça e Fraternidade”, nº 05; “Liberdade e Justiça”, nº 08; “Dom Pedro I”, nº 13; “Deus Pátria e Liberdade”, nº 27; “Divina Luz”, nº 39;”Renascença”, nº 40.

As esposas dos Maçons, quando dedicadas a trabalhos maçônicos e normalmente reunidas em grupo, são chamadas de Samaritanas. Outros nomes lhes são dados, como Filhas ou Damas da Acácia, etc. Consideradas como parentes em grau de afinidade, elas são também chamadas de cunhadas. As Samaritanas desenvolvem um dignificante trabalho para-maçônico, complementando as atividades sociais dos Maçons. Algumas nasceram em berço maçônico e por este motivo aprenderam muito cedo a admirar e apoiar todas as iniciativas na ajuda a seus parentes Maçons. Outras somente após o casamento tiveram a alegria de conhecer a vida entre os Maçons.

O fato de ser esposa de Maçom não quer necessariamente, dizer que seja Samaritana. Muitas são totalmente indiferentes às atividades maçônicas do marido, não os acompanham, nem colaboram com as obras em realização.

Para os constantes convites para participarem dos eventos, respondem que não têm tempo, que não têm jeito para isso ou outra desculpa qualquer. Algumas chegam a dizer que aquilo é trabalho para aquelas que não têm o que fazer em casa. Essas realmente não são Samaritanas, embora sejam esposas de Maçons.

As Samaritanas gostam de viver a vida do seu consorte. Gostam de participar de suas atividades da forma mais intensa possível e sabendo principalmente, da importância dos trabalhos maçônicos, realizado no amparo aos menos afortunados na vida, elas se dedicam ainda mais. Dizem alguns, que só temos estímulo e disposição para abraçar uma idéia, quando a conhecemos profundamente.

A Maçonaria é um veículo para que o homem possa evoluir e aproximar-se do seu criador que é Deus. Nessa evolução, entretanto, inclui obrigatoriamente a mulher, posto que a evolução não é privilégio dos homens, porque se assim fosse a Maçonaria ficaria estagnada, totalmente estéril, sem a parte geradora, responsável pela perpetuação da espécie, embora seja o homem considerado o símbolo da raça. Por este motivo mesmo lenta, levará a mulher a participar de todos os trabalhos maçônicos dentro ou fora dos Templos.

 

 

    Publicado em 17/03/2016 - fonte: Jamil Rodrigues de Sousa, Venerável Mestre da ARLS Independência, nº 22, GLEMA.